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VISITA A USINA HIDRELÉTRICA

AS VISITAS DEVEM SER AGENDADAS PREVIAMENTE PELOS TELEFONES 94-3778 2522 OU 3778 2527 OU PESSOALMENTE NO CENTRO CULTURAL DA ELETRONORTE NO CENTRO COMERCIAL DA VILA PERMANENTE, AS VISITAS ACONTECEM DE SEGUNDA A SÁBADO, SE DIVIDEM EM TRÊS TIPOS DE VISITAS, SÃO GRÁTIS E FEITAS NOS VEÍCULOS DA ELETRONORTE, TENDO PRIORIDADE PESSOAS EM TRANSITO NA CIDADE.

 

NOSSA MISSÃO

Divulgar informações diversas sobre a cidade de Tucuruí e a Região e conseqüentemente permitir que todos possam acessar de forma democrática e universal essas informações.

 

NOSSA VISÃO

Ser o melhor site no ambiente web da Região e divulgar a cidade de Tucuruí

 

NOSSOS VALORES

Criatividade, ética, comprometimento e foco nos habitantes da Região.

 

CRÉDITOS

Os textos e fotos deste web site, exceto quando mencionado em contrário são de nossa propriedade. Embora as informações sejam obtidas de fontes seguras não garantimos a exatidão ou a integridade das mesmas, nosso site utiliza material colhido na cidade, publicado na imprensa nacional além de conteúdo encontrado na própria web. Por esse material tornar-se publico mantemos todos os créditos dos autores originais. Caso seja encontrado algum material não autorizado nos comprometemos a retira-los imediatamente, ou caso permitido garantimos a publicação dos créditos de seus autores.

 

 

 

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Este site é um espaço aberto e democrático, se estiver de acordo com nossa missão mande suas fotos, comentários e sugestões para publicarmos.

 

 

 

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GUIA TURÍSTICO DE TUCURUÍ

Lojas de Artesanatos e Souvenirs:

- Associação dos Artistas Plásticos e Artesões de Tucuruí – AAPATUC - Rua Santo Antônio, 438 – tel.: (94) 3787-3053 (Carmem).

- Amigos da Arte - Escola de Artesanato Diversificado ( Sueli, Inês e Cristina) - Rua Itaipu, 42 - Vila Permanente, 3778-1477 - Av. 7 de Setembro, Altos do HSBC, sala 05, 3787-1714 – Tucuruí.

- Artesanato IndígenaArte Parakanã - Rua José Nery Torres, 21Santa Isabeltel.: (94) 787-1269.

- Lojas de Artesanato na Feira Municipal: Bloco M - Box 03, trabalhos em cerâmica. Bloco F - Box 12, trabalho em cerâmica e artesanato indígena Assuriní, artesanato caboclo, vime, cestarias, outros.

 

ARTESANATO DA CIDADE

Na cidade de Tucuruí vale a pena conhecer o artesanato da região que pode ser encontrado na Casa do Artista na Rua Santo Antonio, Artesanato Norte Nordeste na feira Municipal e na Loja do Programa Parakanã, nestes locais é possível encontrar o legitimo artesanato da região com peças de qualidade e bom gosto.

 

Projeto Parakanã   /   Casa do Artista

 

Artesanato Norte Nordeste na Feira   /   Artesanato Local

 

ROTA DO GRANDE LAGO

   


Informações turísticas

Informações turísticas em Tucuruí são obtidas na Secretária de Turismo da Prefeitura pelo fone 94-37871974 , no site da prefeitura, nos hotéis e agencias de viagem também é possível obter informações. Para passeios no Rio Tocantins é possível alugar lanchas ou barcos no cais da cidade em uma espécie de cooperativa que funciona em um flutuante para conhecer as as praias de rio. Para passeio no logo e conhecer uma das suas 1700 ilhas são contratados barcos no porto do onze ao lado da Aseel Náutica ou no próprio porto da Aseel se preferir agencias de viagem podem fazer essa atividade, para adquirir souvenir dos índios Parakanã há uma loja destes na cidade que comercializa seus produtos e artesanato.

Se quiser conhecer a comunidade indígena Assuriní algumas agencias eventualmente programam estas visitas, localizada na BR-422 a 24 quilômetros ao norte da cidade de Tucuruí, a aldeia e o posto da Funai fica a leste da estrada, na porção banhada pelo Rio Tocantins. Na aldeia os turistas podem adquirir artesanatos indígenas e ainda conhecer o costume deste povo cativante e hospitaleiro.

Para ir a outras cidades do entorno do Lago como por exemplo Breu Branco que fica a 15 km de Tucuruí no terminal rodoviário da cidade partem ônibus e vans para todos os outros municípios da região.

O agendamento de visitas a Usina, Centro de Proteção Ambiental e Eclusa é feito no Centro Cultural na Vila Permanente ou pelos fones 94-3778.2522, 3778.2527 ou 3787.7218. Os dias de visita são de segunda a sábados com duração de 2h30 inicio as 8h e 14h e precisam ser agendadas com antecedência, a visita é inteiramente gratuita, durante a visita por medida de segurança não é permitido uso de shorts, bermudas, chinelos, sandálias e/ou sapato alto, é permitido uso de maquina fotográfica  e filmadora.

A visita ao Parque Ecológico quando possível, permite conhecer uma amostra do eco sistema da região  em caminhada nas suas trilhas entre elas a mais interessante a "trilha do índio" que vai até margem do Rio Tocantins.

Para conhecer a cidade um passeio pelo centro, no shopping, nos bairros, no cais, nas cooperativas de artistas e artesãos da cidade, na feira municipal, nas praias do Rio Tocantins, no Projeto Parakanã são boas alternativas.

A Vila Permanente da Eletronorte também vale apena ser conhecida com boa infra-estrutura e uma excelente vista do Lago e da barragem na Vila é possível visita a locomotiva Belém no Centro Cultural, diferente do que estamos acostumados a conhecer como núcleo habitacional.

  

Lago Tucuruí   /   Centro Cultural na Vila Permanente

  

Shopping Tucuruí   /   Sobre vôo no Lago de Tucuruí

  

Cais   /   Centro da Cidade

  

Feira municipal   /   Praia da Queiroz

  

Visita a Usina e Eclusa


Infra estrutura de transporte

A infra-estrutura de embarcadouros, aeroporto e rodoviárias para atender a demanda da Cidade e considerada regular, no porto da Aseel Nautica e no Cais da Cidade é possível contratar barcos e lanchas para fazer passeios no Lago e Rio respectivamente, as rodoviárias da Vila e Cidade atendem aos passageiros de ônibus e vans urbanos e interurbano e o aeroporto onde é feita a conexão aérea para Belém e Brasília.

   

Aeroporto   /   Rodoviária da Vila

   

Rodoviária da Cidade   /   Porto de embarque no cais da Cidade

Porto da Aseel Nautica

 


ROTA DO GRANDE LAGO

Lançado em abril de 2004 pelo Governo Federal, o Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil, tem como proposta apresentar novos roteiros do País e organizar os já existentes, bem como, tornar o produto turístico brasileiro mais competitivo, principalmente em nível internacional. Obedecendo a critérios técnicos geopolíticos, o Estado do Pará foi dividido em seis grandes Pólos Turísticos: Pólo Amazônia Atlântica, Pólo Marajó, Pólo Belém, Pólo Tapajós, Pólo Xingu e o Pólo Araguaia/Tocantins.
        Abrangendo uma extensa área territorial, o Pólo Araguaia/Tocantins vem através dos municípios engajados cumprindo as diversas etapas deste. É válido ressaltar que este, é o único Pólo do Estado que tem um Órgão Gestor, e de onde derivou-se cinco rotas turísticas: a Rota do Açaí, a Rota do Minério, a Rota do Agronegócio, a Rota das Águas e a Rota do Grande Lago.
        O município de Tucuruí, juntamente com Breu Branco, Itupiranga, Jacundá e Cametá, pertencentes à Rota do Grande Lago, estão engajados no atual Programa de Regionalização, e vem conforme o Programa exige, promovendo a cooperação e a parceria dos segmentos envolvidos, mobilizando e organizando a sociedade, as instâncias de governos, os empresários e trabalhadores, as instituições de ensino, os turistas e a comunidade.
 

 


Araguaia-Tocantins

A região abriga expressivos depósitos minerais que dão ao Pará a posição de um dos maiores exportadores de minério de ferro, ouro, bauxita e manganês do mundo. Tanta riqueza atraiu grandes projetos, o que contribuiu para o desenvolvimento desta área. Voltada para o turismo ecológico e de aventura, a região concentra torneios de pesca esportiva disputados no Estado, inclusive no lago da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, e oferece atraentes praias fluviais, muito embora só apareçam nos meses de verão. O Sul do Pará tem também o Projeto Carajás, a maior reserva mineral do mundo, que abriga um parque ecológico. Marabá, uma das mais importantes cidades do sul do Pará, oferece condições para que o turista percorra os quatro cantos da região. Vale a pena viajar por esse pedaço da Amazônia.


Órgão Oficial de Turismo:

                A área de Turismo da PREFEITURA MUNICIPAL DE TUCURUÍ esta vinculada a SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL, mais especificamente ao DEPARTAMENTO DE TURISMO, cujo endereço Rua Siqueira Campos, 334 (altos) – Jaqueira - 68458-000 – Tucuruí (PA), fone/fax: (94) 8156-0500/8156-1312, e-mail: seturtuc@yahoo.com.br, com endereço eletrônico www.turismo.pmt.pa.gov.br

 

Informações Turísticas dos municípios próximos:

Na cidade do Breu Branco são obtidas na Secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico - Departamento de Turismo - Tel. 94-37861150.

Em Jacundá na Secretaria Municipal de Turismo e Meio Ambiente pelo telefone 94-91321721.

Em Itupiranga na Secretaria Municipal de Cultura, Desporto e Turismo Trav. São Felix s/n ou pelo fone 94-96669697.  

 Recursos Culturais:

Até a emancipação do município, quando a população era composta em partes por brancos, negros e índios miscigenados ou primitivos, o povo e a cultura de Tucuruí formada em 200 anos de história, quase não sofreram influências nos seus costumes, comportamentos, hábitos e crenças. A cultura neste período, oriunda de uma história que começa em 1781, estava centralizada nos costumes empíricos locais. Porém, com o passar dos anos e acontecimentos que marcaram a história do município, entre estes a estrada de ferro, a construção da Rodovia Transamazônica e a construção da hidrelétrica, observou-se que a cultura local recebeu considerável influência da cultura de outros estados, visto que, a migração ocorrida com estes acontecimentos, ocasionou a troca de experiências, hábitos e costumes.

Uma mudança que se detecta facilmente, provenientes destes acontecimentos, é a linguagem popular ou sotaque do povo de Tucuruí, que nas últimas décadas se modificou, fugindo das tendências regionais caboclas, para se aproximarem das características habituais dos outros estados brasileiros dos quais tais populações migraram.

Nas décadas de 40 e 50, as ramificações culturais do município, eram manifestações de forma aleatória, através das diversas comunidades. Existiam neste período manifestações folclóricas que representavam bem a cultura local, como Bois-Bumbás, Cordão de Pássaro e danças de Quadrilha, Samba de Cacete, Carimbó, Siriá, Lundu e outras. A culinária, os contos e lendas, e outros eram bastante diversificados e parecidos com a cultura regional amazônica, do Baixo e Médio Tocantins.

Após um trabalho de resgate e valorização, fomentado nos últimos anos pelo Órgão Oficial de Cultura do Município e com esforço louvável da população de Tucuruí, que reconheceu o valor de suas manifestações culturais, hoje se pode dizer que mais e mais os valores oriundos da história deste município e transmitidos coletivamente ao longo da existência do povo que aqui reside e característicos da sociedade tucuruiense estão se fortalecendo, e principalmente, sendo reconhecidos, preservados e valorizados.

Patrimônios:

Apesar do município possuir alguns prédios, monumentos oriundos do período da Estrada de Ferro Tocantins, ainda não um estudo de valorização para que possamos tombar tal patrimônio e incluí-lo como atrativos em algum roteiro turístico, a não ser uma das mais antigas locomotivas a vapor conservadas inteiras, popularmente conhecida comoMaria Fumaça, que está exposta  ao lado do Centro Cultural, na Vila Permanente. 

Acervos:

Em termos de acervo museológico, o que município de Tucuruí possui está no Centro de Pesquisas AmbientaisCPA, pertencente a ELETRONORTE. São animais preservados através da taxidermia (técnica de empalhamento) de diversas espécies silvestres da Amazônia, os quais não resistiram ao estresse natural causado pelaOperação Curupira, ou seja, o resgate de animais e plantas da imensa área durante a enchente do Lago da Usina Hidrelétrica, além de outros que foram vítimas dos caçadores. Também, são encontradas armas, armadilhas, redes de pesca, amostras de madeiras, etc... . Este acervo tem uma função didátic, ambiental  turística.

Manifestações Folclóricas:

 Danças, Folguedos e Bailados:

Caixa de texto: FESTIVAL JUNINO - QUADRILHA
Assim como em outras manifestações folclóricas, nas danças, folguedos e bailados o município de Tucuruí sempre sofreu influências dos valores culturais das  populações que para migraram, nos diversos  ciclos econômicos  ocorridos em Tucuruí e região. O certo é que, tais influências hoje incorporadas a cultura local, adquiriram novas representatividades e valores, pois o encontro de diversas culturas acabou criando novos modos de manifestação presentes principalmente nas danças, entre estas se destacam: Boi-Bumbá, Cordão de Pássaro, Quadrilhas, Samba de Cacete, Carimbó, Siriá  etc., e a mais recente, a belíssima Dança do Tucunaré.     

Crendices, Contos e Lendas:

Devido a uma formação cultural muito diversificada no município de Tucuruí, as crendices, contos e lendas, são ricas e de variadas temáticas. No entanto, as lendas, contam com o imaginário típico do homem amazônico, mais especificamente nas tradições populares paraenses da região do Baixo Tocantins, assim notamos na lenda da “A Cobra Norato”, que é das mais famosas e se espalha por toda a Amazônia, mas parece ter sido o centro de dispersão o trecho compreendido entre Nazaré dos Patos e Abaetetuba. E assim como essa, há várias outras lendas, tais como: A Matinta Perera, A Menina que Virava Cobra, A Mulher de Branco, O Boto, O Barulho do Trole, Os Índios de Tucuruí, O Curupira, e muitas outras que estão no imaginário popular  de Tucuruí.     

Artesanato:

O artesanato é outra modalidade que em Tucuruí se faz presente com fortes influências das migrações, que nas últimas décadas aconteceram no município, no entanto, possui uma das vertentes das mais autênticas e legítimas que uma cultura possa possuir.

São os trabalhos diversos dos Índios Assuriní e Parakanã, primitivos povos da região e, no entanto, ainda pouco conhecidos, pesquisados e valorizados. Com peças utilitárias decorativas, de valor histórico-cultural, e que hoje têm despertado uma excelente valorização nos mercados externos, pois são consideradas peças produzidas por povos de uma cultura autêntica ou ainda muito influenciadas pelos valores culturais modernos.

a produção artesanal urbana baseia-se em trabalhos de bordados, crochês, confecção de redes (influência nordestina), e trabalhos utilizando matérias primas naturais da região amazônica, como talas e cipós (influência cabocla regional). Recentemente, como acontece em outras partes do país, são confeccionados produtos artesanais, usando matérias primas industrializadas ou aproveitamento de material reciclável. 

No município é constituída uma cooperativa COOPAART (Cooperativa de Artesanato e Artes Plásticas de Tucuruí), e uma associação AAPATUC (Associação dos Artistas Plásticos e Artesões de Tucuruí) que estimulam e realizam estes trabalhos.

Gastronomia:

Após os períodos migratórios, nos quais Tucuruí recebeu fluxo de pessoas com seus hábitos e costumes vindos de outras regiões do país, principalmente do Nordeste e Centro-Oeste, além dos municípios vizinhos, a culinária local passou a absorver tais influências externas e apresentar pratos e comidas típicas, sendo estas feitas ou adaptadas com ingredientes regionais, como a grande diversidade de pescado e frutos, além do principal produto alimentício introduzido na região, a carne bovina.

Tais influências gastronômicas apresentam-se em comidas como o vatapá, caruru, panelada (Nordeste), churrasco e massas em geral (Centro-Oeste, Sudeste e Sul), tacacá, maniçoba (regionais).

A culinária local se apresenta principalmente, com as inúmeras espécies de pescados, proveniente do Grande Lago da Usina Hidrelétrica Tucuruí, especialmente o tucunaré, como exemplos de pratos têm: tucunaré no saco, croquetes de tucunaré, tucunaré ao forno, tucunaré assado na folha de bananeira, tucunaré ao leite de coco, além de uso de outros pescados como o pirarucu, filhote, mapará, etc, com os quais também são feitos excelentes pratos, tais como: pirarucu ao leite de castanha-do-Pará, acarí ao molho de tucupí, filhote ao molho de camarão e caldeirada de filhote.

Além da diversidade de pratos, também uma enorme quantidade de doces, sorvetes, licores e compotas feitas com as diversas frutas da região como o cupuaçu, o bacuri, o taperebá, o açaí, e inúmeras outras. 

Artes:

Tucuruí possui algumas expressões artísticas que devem ser consideradas, obras estas que são demonstradas em esculturas, pinturas, desenhos e obras literárias e poéticas. Na vertente escultura, pintura e desenhos destacam-se artista com obras em entalhe em relevo na madeira, esculturas de madeiras, desenhos a grafite e pinturas a óleo sobre tela, com temas geralmente regionais. Nas artes literárias, Tucuruí se encontra num momento de aparecimento de novos valores e valorização das obras que são históricas-descritivas ou sintetizando a exaltação ao município.

 Manifestações Religiosas:

Em 1920, chegou a Tucuruí, Nossa Senhora da Conceição como proteção divina, trazida por um diretor da Estrada de Ferro Tocantins, Dr. Amyntas Lemos, que era devoto da mesma, devido aos constantes ataques dos índios na vila Alcobaça. Com a chegada da Santa, melhorou a vida religiosa dos funcionários, que começaram a festejar durante nove dias, iniciando em 29 de novembro, com celebrações, leilões, festas, bingos, etc..., visando arrecadar fundos para a construção de um novo templo e obras de caridade.

São José foi o segundo homenageado, considerado “Santo da chuva” que se comemora no dia 19 de Março, entretanto, devido as incessantes chuvas e cheias do rio Tocantins do período, houve necessidade de se transferir sua festividade para o mês de maio.

 A festa de Nossa Senhora de Nazaré, é comemorada a nove anos neste município, em função da impossibilidade da maioria dos fiéis deslocarem-se até a cidade de Belém, para participarem do Círio de Nazaré. A mesma é realizada em outubro com 05 (cinco) dias de novenas, finalizando com a tradicional procissão.

Mês Mariano, é quando acontecem as novenas nas congregações de cada bairro. No último domingo do mês de maio, o encontro de todas as comunidades na Igreja Matriz para a realização da Santa Missa.

Os evangélicos, no segundo domingo de dezembro, em comemoração ao Dia da Bíblia, reúnem-se em um local, durante 03 (três) dias, para fazerem a leitura completa da Bíblia, com vários irmãos que a lm sem interrupções, até concluir o tempo determinado, e no último dia fazem passeatas pelas ruas com faixas e cartazes. Outras igrejas promovem cruzadas de evangelismo, vigílias, encontros, congressos e correntes de oração.

 Atrativos Naturais:

Parques e Reservas:

 Área de Proteção Ambiental do Lago de Tucuruí

Localizada no bioma Amazônico, a APA – Área de Proteção Ambiental do Lago de Tucuruí, foi criada pelalei estadual nº. 6451, de 08/04/2002, delimitando  uma área de 568.667 ha que engloba em sua totalidade, o reservatório da UHE Tucuruí, abrangendo parte dos territórios de sete municípios da região.

Nesta lei, foram criadas duas Reservas de Desenvolvimento Sustentável - RDS Alcobaça e Pucuruí-Ararão. Na APA encontram-se as Zonas de Preservação da vda silvestre, as antigas áreas de soltura 3 e 4 da Operação Curupira, onde a proteção dos ecossistemas é integral. Todas essas áreas protegidas compõem o Mosaico de Unidades de Conservação do Lago de Tucuruí, cujos principais objetivos  são:

- a promoção da melhoria da qualidade de vida da população local;

- a realização de estudos técnico-científicos para a conservação dos recursos naturais;

- o desenvolvimento de projetos de uso sustentável dos recursos naturais;

- a proteção e restauração da diversidade biológica;

- a recuperação de áreas alteradas;

- o disciplinamento do processo de ocupação da área; entre outros.

Parque Ecológico da UHE Tucuruí

O Parque Ecológico Sebastião Camargo (inaugurado em 15/09/2001) situa-se entre a área urbana da cidade de Tucuruí e as instalações da UHE Tucuruí. Pertencente às Centrais Elétricas Norte do Brasil S/A – ELETRONORTE tem aproximadamente 400  hectares, limita-se ao norte com o bairro da Matinha da cidade de Tucuruí, ao sul com a UHE Tucuruí, a leste com o Rio Tocantins e a oeste com o canal da eclusa. Tem como objetivo primeiro a conservação e preservação de uma área praticamente intacta, de 4.000.000 m² e proporcionar seu uso racional pautado em atividades de educação ambiental e lazer para a comunidade e turistas. Distante apenas 1,5 Km do centro urbano. Possui segurança 24 horas por dia, estacionamento, instalações sanitárias, restaurante, coleta de lixo e sinalização.

Como atrativos têm-se trilhas educativas e interpretativas, com inúmeras espécies de árvores identificadas, pontes sobre igarapés com corredeiras, um museu sobre o período da Estrada de Ferro do Tocantins com o prédio e uma locomotiva. Entretanto, a maior atração do Parque é a beleza paisagística enriquecida pela fauna e flora do lugar, principalmente a rica e diversa avifauna.

Existem também no município de Tucuruí áreas de reservas particulares localizadas nas inúmeras fazendas da região, sendo que algumas estão se transformando em Áreas Particulares de Preservação Ambiental. No entanto, a grande área natural preservada do município é a reserva dos índios Assurini, localizada a 15 km da sede do município, na Rodovia BR-422 - Transcametá, a extensa área da reserva é atravessada pelo o rio Trocará e seus afluentes.

Áreas de Pesca:

O potencial pesqueiro do município de Tucuruí é imenso, seja para a pesca profissional, para pesca amadora, mas, principalmente, para pesca esportiva. O imenso lago artificial formado ao se barrar o rio Tocantins e encher 2.430 km2, criou um novo ecossistema na região: um imenso lago artificial, composto de 1.600 ilhas, sendo toda esta área até 200 metros em seu entorno, pertencente à União, embora muitas destas ilhas estejam indevidamente ocupadas, pois tratam-se dos topos de morros antes da inundação da hidrelétrica.

Hoje são necessários 35 dias para que toda a água do lago da Usina Hidrelétrica Tucuruíum total de 45,8 bilhões de m3seja renovada. Assim, houve condições propícias e ideais para a proliferação de muitas espécies, entre tais destacam-se: pirarucus, traíras, manjubas, maparás, filhotes, douradas, surubins, arraias e até poraquêso peixe elétrico da Amazônia, no entanto, o tucunaré, um dos peixes esportivos mais cobiçados de todo mundo, encontrou excelente ambiente para reproduzir e se criar em toda a extensa área do Lago de Tucuruí.

Além da enorme área represada pela usina hidrelétrica, existem inúmeros outros rios e igarapés com bom potencial de pesca, como por exemplo, o rio Tocantins que fica a jusante da UHE, próximo à Hidrelétrica, embora a pesca seja proibida, é uma excelente área, pois ali os peixes que sobem o rio para desovar encontram uma barreira, a represa. Existem ainda, pequenos rios e igarapés, afluentes do rio Tocantins, praticamente inexplorados, mas com excelente potencial piscoso e com belíssimas paisagens.    

Praias e Cachoeiras

Em Tucuruí, encontram-se inúmeras praias no rio Tocantins, durante o período seco formam-se imensas praias e algumas delas ainda não exploradas. As mais frequentadas são: a praia do Meio,  praia da Pederneiras,a praia das Crioulas e a praia da Queiroz Galvão,. Apenas esta última possui infra-estrutura de apoio durante o período em que o rio está baixo.

Praias:

Praia da Pederneira, dista 8 km do centro da cidade de Tucuruí, por estrada de chão pela BR 422, até a Vila de Pederneiras e 6 Km pelo rio Tocantins, saindo do cais de Tucuruí, até a Praia da Pederneiras. Não possui infra-estrutura e nem energia elétrica. A visitação somente quando o rio baixa de junho a novembro. É uma praia de água doce que se localiza numa ilha chamada de Pederneira, com aproximadamente 4 Km de extensão. O por do sol é magnífico deste local ideal para acampar.

Ilhas:

Ilha de Germoplasma: localiza-se a aproximadamente a 1 km da UHE Tucuruí,com infraestrutura de alojamento para trabalhadores e pesquisadores – Trilhas e espécies da flora identificadas. Como chegar somente por água (Lago da UHE Tucuruí) e energia elétrica obtida através de placas solares. A visitação (baixa e alta estação) se dá somente com a permissão da Eletrobrás/Eletronorte.

É uma pequena ilha onde estão preservados os materiais genéticos florestais da área afetada pelo Lago Tucuruí, é onde se realiza as coletas de sementes para produção de mudas em laboratório, com o objetivo de restaurar áreas degradadas da região amazônica.

Lago:

O Lago da Usina Hidrelétrica Tucuruí tem uma área de 568.667 hectares, possui pouca infraestrutura. A visitação se dá com barcos ou voadeiras na baixa e alta estação no período de cheia do lago, de janeiro a agosto.

É composto de 1600 ilhas, o Lago da Usina Hidroelétrica de Tucuruí formou-se com o barramento do rio Tocantins que foi transformado em APA do Lago de Tucuruí, onde estão contidas reservas extrativistas, reservas biológicas etc...

Nos rios e igarapés dos afluentes do Tocantins existem corredeiras e cachoeiras, destacando-se a do Km 4, da rodovia BR-422 Transcametá.

Atrativo Técnico/Científico

Usina Hidrelétrica Tucuruí

Agendamento de Visita: de Segunda a Sexta, de 8:00 as 12:00 e de 14:00 as 17:00 horas, aos Sábados das 8:00 as 12:00 horas, onde consta uma palestra sobre a Hidrelétrica, visita ao Centro de Proteção AmbientalCPA, a Usina Hidrelétrica e as Eclusas. Telefones para contato: (94) 3778-2584/2522.

Histórico dos estudos de implantação da Usina

Em 1964 o Bureau of Reclamation, através da Agency For International Development - United States Department Of State, realizou os estudos hídricos do potencial energético da bacia do rio Tocantins e seu afluente principal, o rio Araguaia, para a extinta Comissão Internacional dos Vales do Araguaia-Tocantins - CIVAT. No período de 1968 e 1972, com o Comitê Coordenador dos Estudos Energéticos da Amazônia - ENERAM foram elaborados os primeiros estudos sistemáticos do potencial hidrelétrico da Amazônia, Tendo em vista o atendimento dos principais pólos de desenvolvimento da região, onde se destacavam os de Belém e Macapá.

A ELETROBRÁS, a partir de 1972, iniciou os estudos de Inventário Hidrelétrico da Bacia do Rio Tocantins, analisando-se desde sua nascente até a confluência com o rio Araguaia. A divisão de quedas estabelecida nesses estudos apontou o aproveitamento de Tucuruí como o mais interessante a ser implantado em primeira adição e, antes da conclusão do inventário, foi iniciado o Estudo de Viabilidade da Usina de Tucuruí.

Em 20/06/1973 foi fundada as Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A - ELETRONORTE, que passou então a coordenar a realização dos trabalhos que até aquele momento estavam sob a responsabilidade da ELETROBRÁS. A ELETRONORTE contratou o consórcio ENGEVIX-THEMAG para realizar o desenvolvimento do Projeto Básico da UHE Tucuruí que teve início em 1975.

Em 25/07/1975, com a implantação da Vila Pioneira, iniciou-se a construção da usina a encargo da empresa Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A. Durante a execução das obras da etapa inicial, e paralelamente aos estudos energéticos, o consórcio ENGEVIX-THEMAG deu início aos estudos de engenharia civil e eletromecânica, visando à definição das estruturas e dos equipamentos da expansão dos trabalhos.

Histórico da Usina

A Usina Hidrelétrica de Tucuruí foi inaugurada em 22 de novembro de 1984 e está situada no rio Tocantins, 350 km ao sul de Belém, capital do Estado do Pará. A concessão da mesma foi outorgada a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A-ELETRONORTE, através do decreto n.º 4.279, de 11/07/74. O seu empreendimento foi concebido para ser realizado em duas etapas. As obras da 1ª Etapa iniciaram em novembro de 1975 e, em novembro de 1984, entrou em operação comercial a primeira unidade geradora. Em dezembro de 1992 foi concluída a motorização dessa etapa com 12 unidades geradoras de 330 MW e 2 unidades auxiliares de 20 MW, totalizando 4.245 MW instalados.

Com a construção da segunda etapa da Hidrelétrica Tucuruí concluída em 2008, além das 12 turbinas existentes, foram acrescidas outras 11 unidades geradoras que, juntas ampliaram a capacidade de geração de 4.000 para 8.370 MW, constituindo-se a quarta Usina Hidrelétrica do mundo e a maior totalmente brasileira, possibilitando o atendimento a cerca de 40 milhões de pessoas. Atualmente a energia gerada em Tucuruí supre as concessionárias estaduais de energia, atendendo aos grandes consumidores industriais produtores de alumínio, minério de ferro e silício metálico, e tornando-se uma frente de desenvolvimento de empregos, de renda e de incentivo para municípios carentes de energia elétrica limpa, segura e renovável, sem impactos ambientais, mantendo-se a mesma área do reservatório existente.

A UHE Tucuruí, desde a sua inauguração, está beneficiando cerca de 11 milhões de habitantes em 360 municípios; atende a 96% do mercado de energia elétrica do Pará, 99% do Estado do Maranhão, além do norte do Estado de Tocantins e do intercâmbio de energia com a Companhia Hidrelétrica de São Francisco - CHESF, na região Nordeste do Brasil.

Os sistemas de transmissão a ela associado, são empreendimentos pioneiros no aproveitamento do vasto potencial energético da região amazônica. O escoamento da energia produzida está sendo conduzida por linhas de transmissões de 500 mil volts, interligando a região Norte às regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, abrindo-se um mercado consumidor gigantesco, tendo sido por isso chamada a Usina da Integração Nacional. Essa interligação permitirá ainda o melhor aproveitamento dos regimes hidrólogos diferenciados entre as regiões Norte, Sul e Sudeste e o acréscimo de mais de um milhão de quilowatts ao Sistema Nacional - ONS. Além de ser geradora de energia, a UHE Tucuruí também atua como agente de desenvolvimento na região, propiciando empregos, aumento no nível de qualidade de vida e incentivo na área comercial, industrial e social da região.

Resumo da caracterização técnica

- Capacidade instalada - 1ª Etapa: 12 unidades geradoras principais de 330 MW e 02 unidades geradoras auxiliares de 20 MW – Total: 4245 MW.

- Capacidade instalada - 2ª Etapa: 11 unidades geradoras principais de 375 MW – Total: 4.125 MW.

- Dados hidrológicos: Vazão máxima registrada 68.400 m³/s, descarga limite do vertedouro 100.000 m³/s.

- Reservatório: Dimensão 2.875 Km², comprimento 200 Km², volume útil 25,4 Gm³, cota máxima 75,30 m, cota máxima normal montante 72,00 m, cota máxima maximorum 74,00 m, cota máxima operacional 58,00 m, Cota mínima operacional 62,00 m, área inundada na cota máxima normal 2.480 Km², queda líquida nominal 60,8 m.

- Comportas da tomada d'água: - Tipo vagão, acionamento hidráulico com um servo-motor, quantidade, 12 unidades, dimensão 9,00 x 13,75 m, peso 111.245 Kg.

- Turbina dos grupos principais: - Quantidade 12 unidades, tipo Francis, queda 67,6 m, vazão 599 m³/s, Rotação nominal 81.8 rpm, peso 420 ton.

- Diques: - Moju 02 unidades, Caraipé 13 unidades.

- Ilhas: - Quantidade 1.600, extensão 2.800 Km² (área alagada).

- Vertedouro: - Tipo superfície com concha salto de esqui, Comprimento 580 m, Capacidade de vertimento 100.000 m³/s.

Comportas do vertedouro: - Tipo segmento, comprimento 20 x 21 m, Peso 159.802 Kg. 

 Curiosidades da UHE Tucuruí

Maiores Usinas Hidrelétricas em Funcionamento:

Usina                                          Potência Instalada Mw

- Three Gorges (China)                       19,0

- Itaipu (Brasil - Paraguai)                  12,6

- Guri (Venezuela)                              10,2

- Tucuruí - (Brasil)                   8,3

Maiores Vertedouros do Mundo:

Usina/Barragem                   País            Início de Operação      Volume (M³/S)

- Three Gorges                     China                 2009                          124.300

- Tucuruí                               Brasil                 1984                           110.000

- Gezhouba                           China                 1988                          105.000

- Kootenay Canal                 Canadá              1975                             95.600

- Yacyreta                              Arg./Par.             1994                            95.000

 Curiosidades da Construção:

- O concreto utilizado na 1ª etapa daria para construir 1067 edifícios de 12 andares ou 93 Estádios do Maracanã.

- O aço utilizado na construção da UHE Tucuruí daria para construir 19 torres Eiffel ou se as peças fossem emendadas, daria quatro vezes a volta na Terra.

- O volume de aterro da 1ª etapa daria para encher 20 Estádios do Maracanã.

- As escavações feitas equivalem a construção de um túnel que atravessaria o planeta.

- A área do reservatório equivale a sete baias da Guanabara.

Programas Ambientais:

- Programa de Limnologia e Qualidade da Água

- Programa de Pesca e Ictiofauna

- Programa de Zoneamento Ecológico-Econômico

- Ordenamento do Uso e Ocupação das Ilhas

- Revitalização do Banco de Germoplasma

- Unidade de Conservação

- Programa de Educação Ambiental

- Programa de Fiscalização e Recursos Naturais

- Programa de Recuperação de Áreas Degradadas

- Exploração da Madeira Submersa

- Mecanismo de Transposição da UHE

- Mitigação dos Efeitos do Deplecionamento

- Programa de Educação em Saúde

- Programa Indígena Parakanã

 2.3.1.5 - Cronologia da UHE Tucuruí

Anos 60:

1969 - Início dos estudos para identificar o potencial energético da bacia hidrográfica da Amazônia.

Anos 70:

1973 - Criação da Eletronorte (20 de junho).

1974 - Decreto autorizando a construção.

1975 - Início das obras e início do desvio do Rio Tocantins.

1977 - Início oficial das obras civis.

1978 - Início da interligação dos sistemas N/NE.

         - Assinatura de Convênio com a Funai.

         - Início da concretagem do vertedouro.

1979 - Elaborado o Plano de Controle Ambiental.

Anos 80:

1980   - Primeiros contratos de fornecimento de energia.

1981   - Chegada dos primeiros equipamentos importados.

- Chegada de energia da Chest ao canteiro de obras.

1982 - O canteiro de obras mobiliza 30.200 pessoas.

1983 - Chegada das primeiras rodas de turbinas.

1984 - Início do enchimento do reservatório.

- Entrada em operação da 1ª turbina.

- Inauguração oficial com a operação da 2ª turbina.

1985 - Entrada em operação da 3ª, 4ª e 5ª turbinas.

- Operação Curupira resgata 282 mil animais.

1986 - Entrada em operação da 6ª turbina.

- Abastecimento do Sul do Pará.

1987 - Entrada em operação da 7ª e 8ª turbinas.

- Desativação do parque térmico de Belém.

1988 - Duplicação da Linha de Transmissão entre a UHE e Presidente Dutra (MA)

1989 - Entrada em operação da 9ª e 10ª turbinas.

Anos 90:

1991 - Entrada em operação da 11ª turbina.

1992 - Conclusão da 1ª etapa da Usina com operação da 12ª turbina.

1993 - Entrada em operação da Linha de Transmissão Imperatriz (MA)/Porto Franco (MA).

1994 - Início do abastecimento do nordeste do Pará.

1996 - Início das obras do Tramoeste.

1997 - Início da construção do Linhão Norte-Sul.

1998 - Início das obras civis da segunda etapa.

Anos 2000:

2002 - Entrada em operação da 13ª unidade.

2003 - Entrada em operação da 14ª e 15ª turbinas.

2004 - Entrada em operação da 16ª e 17ª turbinas.

2005 - Entrada em operação das 18ª, 19ª e 20ª turbinas.

2006 - Entrada em operação das 21ª, 22ª e 23ª turbinas.

                  Anos 2010

2010 - Inauguração das Eclusas

 Banco de Germoplasma:

O Banco de germoplasma foi criado em 1984 através de um projeto conjunto da Eletronorte e do Instituto de Pesquisa da AmazôniaINPA. Localizado em uma ilha aproximadamente 3 km da barragem com 100 ha de área, onde existem cerca de 15 mil árvores de 46 espécies diferentes, cujo o objetivo e finalidade, além de contribuir para obtenção de subsídios científicos, foi salvar os recursos fitogenéticos presentes na vegetação, para obtenção de novas linhagens, salvamento de espécies restritas as áreas atingidas pela barragem ou espécies consideradas raras e também de considerável valor econômico.

Atualmente vem se desenvolvendo um programa de revitalização do Banco de Germoplasma, que tem como objetivo colher sementes e produzir mudas para distribuir as instituições, fazendeiros e moradores da região que se interessarem e um possível reflorestamento em áreas degradadas e inadequadas ao meio ambiente, principalmente, nas margens do lago, introduzindo espécies locais e adaptadas as oscilações do nível de água e cujos frutos sirvam de alimento.

 Áreas de Soltura:

Com objetivo de inventariar e buscar alternativas de salvamento para a fauna que habitava a área a ser ocupada pelo reservatório da hidrelétrica, foi criado em outubro de 1984, um grupo de trabalho com representantes de várias instituições científicas. Sob a coordenação do INPA – Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, pesquisadores e técnicos do Museu Paraense Emílio GoeldiMPEG, Universidade Federal do ParáUFPA, Instituto Evandro ChagasIEC, Centro Nacional de PrimatasCENP e o Instituto Butantã, e com apoio logístico da Eletronorte, foi montada aOperação Curupira, tendo como nome  uma entidade mitológica da Amazônia, que com seus pés para trás consegue enganar os inimigos da floresta e proteger os animais de caçadores.

A operação foi iniciada em 6 de setembro de 1984, fazendo uma varredura nos 2.430 km² do reservatório. O objetivo de resgatar os animais que buscavam refúgio nas árvores e nos pontos mais altos foi satisfatório, uma vez que, quase 100 mil animais foram resgatados e cerca de 2 mil foram encaminhados as instituições de pesquisa e os restantes foram soltos nas ilhas onde foram instaladas as bases de soltura.

Dessas áreas, as Bases 3 e 4 continuam em operação e recebem animais recapturados pelo BAMA na região de Tucuruí. A Base 4 - onde são desenvolvidos trabalhos de pesquisa de fauna e flora. Tal área é fiscalizada por via terrestre e aquática visando impedir atividades não autorizadas como a caça, derrubada de vegetação a fim de garantir a integridade da área de aproximadamente 1.235 ha e distante cerca de 60 km da barragem (1:30h de voadeira). Atualmente é a única que mantém infraestrutura, existindo no local um alojamento com 12 quartos, com capacidade para 2 pessoas em cada um e 2 banheiros coletivos.

Algumas das espécies de animais que se pode visualizar na área são: jabuti, macaco guariba, macaco prego, veado-mateiro, cutia, jacu, mutum, inambu, sagui, quatipuru, macaco mão de ouro, macaco cuxiú, preguiça, dentre outras.

Centro de Pesquisa:

O Centro de Proteção Ambiental (Núcleo de Pesquisa), convênio: ELETROBRÁS - ELETRONORTE/IBAMA - localizado na Vila Permanente, realiza a fiscalização na região das ilhas do reservatório da Usina e na jurisdição de Tucuruí. Controla a pesca, caça e extração de madeira e a preservação da area de soltura 03 e Base 04. O CPA possui um acervo de animais taxidermizados e desenvolve vários projetos como:

- Projeto de Limnologia: monitoramento da qualidade da água a montante e jusante da barragem.

- Programa de Manutenção e Fiscalização da Ilha do Germoplasma;

- Programa de Manutenção e Fiscalização da Área de Soltura 03 e 04.

Mantém ainda convênio com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e encontra-se em fase de firmar convênio com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Fonte: SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL-DEPARTAMENTO DE TURISMO

 

 

 

     

                APOIO: ANTONIO ALBERTO Q. CASTRO (BETO)                                                                                                                                                                                   16/02/2014 11:43:25