CONSTRUÇÃO DA USINA HIDRELÉTRICA TUCURUÍ

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Histórico dos estudos de implantação da Usina

   Em 1964 o Bureau of Reclamation, através da Agency For International Development - United States Department Of State, realizou os estudos hídricos do potencial energético da bacia do rio Tocantins e seu afluente principal, o rio Araguaia, para a extinta Comissão Internacional dos Vales do Araguaia-Tocantins - CIVAT. No período de 1968 e 1972, com o Comitê Coordenador dos Estudos Energéticos da Amazônia - ENERAM foram elaborados os primeiros estudos sistemáticos do potencial hidrelétrico da Amazônia, Tendo em vista o atendimento dos principais pólos de desenvolvimento da região, onde se destacavam os de Belém e Macapá.

   A ELETROBRÁS, a partir de 1972, iniciou os estudos de Inventário Hidrelétrico da Bacia do Rio Tocantins, analisando-se desde sua nascente até a confluência com o rio Araguaia. A divisão de quedas estabelecida nesses estudos apontou o aproveitamento de Tucuruí como o mais interessante a ser implantado em primeira adição e, antes da conclusão do inventário, foi iniciado o Estudo de Viabilidade da Usina de Tucuruí.

   Em 20/06/1973 foi fundada as Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A - ELETRONORTE, que passou então a coordenar a realização dos trabalhos que até aquele momento estavam sob a responsabilidade da ELETROBRÁS. A ELETRONORTE contratou o consórcio ENGEVIX-THEMAG para realizar o desenvolvimento do Projeto Básico da UHE Tucuruí que teve início em 1975.

   Em 25/07/1975, com a implantação da Vila Pioneira, iniciou-se a construção da Usina a encargo da empresa Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A. Durante a execução das obras da etapa inicial, e paralelamente aos estudos energéticos, o consórcio ENGEVIX-THEMAG deu início aos estudos de engenharia civil e eletromecânica, visando à definição das estruturas e dos equipamentos da expansão dos trabalhos.

 

   Histórico da Usina

   A Usina Hidrelétrica de Tucuruí foi inaugurada em 22 de novembro de 1984 e está situado no rio Tocantins, 350 km ao sul de Belém, capital do Estado do Pará. A concessão da mesma foi outorgada a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A-ELETRONORTE, através do decreto n.º 4.279, de 11/07/74. O seu empreendimento foi concebido para ser realizado em duas etapas.       As obras da 1ª Etapa iniciaram em novembro de 1975 e, em novembro de 1984, entrou em operação comercial a primeira unidade geradora. Em dezembro de 1992 foi concluída a motorização dessa etapa com 12 unidades geradoras de 330 MW e 2 unidades auxiliares de 20 MW, totalizando 4.245 MW instalados.

   Com a construção da segunda etapa da Hidrelétrica Tucuruí concluída em 2008, além das 12 turbinas existentes, foram acrescidas outras 11 unidades geradoras que, juntas ampliaram a capacidade de geração de 4.000 para 8.370 MW, constituindo-se a quarta Usina Hidrelétrica do mundo e a maior totalmente brasileira, possibilitando o atendimento a cerca de 40 milhões de pessoas. Atualmente a energia gerada em Tucuruí supre as concessionárias estaduais de energia, atendendo aos grandes consumidores industriais produtores de alumínio, minério de ferro e silício metálico, e tornando-se uma frente de desenvolvimento de empregos, de renda e de incentivo para municípios carentes de energia elétrica limpa, segura e renovável, sem impactos ambientais, mantendo-se a mesma área do reservatório existente.

   A UHE Tucuruí, desde a sua inauguração, está beneficiando cerca de 11 milhões de habitantes em 360 municípios; atende a 96% do mercado de energia elétrica do Pará, 99% do Estado do Maranhão, além do norte do Estado de Tocantins e do intercâmbio de energia com a Companhia Hidrelétrica de São Francisco - CHESF, na região Nordeste do Brasil.

   Os sistemas de transmissão a ela associado, são empreendimentos pioneiros no aproveitamento do vasto potencial energético da região amazônica. O escoamento da energia produzida está sendo conduzida por linhas de transmissões de 500 mil volts, interligando a região Norte às regiões Oeste, Sul e Sudeste, abrindo-se um mercado consumidor gigantesco, tendo sido por isso chamada a Usina da Integração Nacional. Essa interligação permitirá ainda o melhor aproveitamento dos regimes hidrólogos diferenciados entre as regiões Norte, Sul e Sudeste e o acréscimo de mais de um milhão de quilowatts ao Sistema Nacional. Além de ser geradora de energia, a UHE Tucuruí também atua como agente de desenvolvimento na região, propiciando empregos, aumento no nível de qualidade de vida e incentivo na área comercial, industrial e social da região.

 

   Resumo da caracterização técnica

   - Capacidade instalada - 1ª Etapa: 12 unidades geradoras principais de 330 MW e 02 unidades geradoras auxiliares de 20 MW – Total: 4245 MW.

   - Capacidade instalada - 2ª Etapa: 11 unidades geradoras principais de 375 MW – Total: 4.125 MW.

   - Dados hidrológicos: Vazão máxima registrada 68.400 m³/s, descarga limite do vertedouro 100.000 m³/s.

   - Reservatório: Dimensão 2.875 Km², comprimento 200 Km², volume útil 25,4 Gm³, cota máxima 75,30 m, cota máxima normal montante 72,00 m, cota máxima maximorum 74,00 m, cota máxima operacional 58,00 m, Cota mínima operacional 62,00 m, área inundada na cota máxima normal 2.480 Km², queda líquida nominal 60,8 m.

   - Comportas da tomada d'água: - Tipo vagão, acionamento hidráulico com 01 Servo-motor, quantidade, 12 unidades, dimensão 9,00 x 13,75 m, peso 111.245 Kg.

   - Turbina dos grupos principais: - Quantidade 12 unidades, tipo Francis, queda 67,6 m, vazão 599 m³/s, Rotação nominal 81.8 rpm, peso 420 ton.

   - Diques: - Moju 02 unidades, Caraipé 13 unidades.

   - Ilhas: - Quantidade 1.700, extensão 2.800 Km² (área alagada).

   - Vertedouro: - Tipo superfície com concha salto de esqui, Comprimento 580 m, Capacidade de vertimento 100.000 m³/s.

Comportas do vertedouro: - Tipo segmento, comprimento 20 x 21 m, Peso 159.802 Kg.

 

Cronologia da UHE Tucuruí

 

Anos 60:

1969 - Início dos estudos para identificar o potencial energético da bacia hidrográfica da Amazônia.

Anos 70:

1973 - Criação da Eletronorte (20 de junho).

1974 - Decreto autorizando a construção.

1975 - Início das obras e início do desvio do Rio Tocantins.

1977 - Início oficial das obras civis.

1978 - Início da interligação dos sistemas N/NE.

         - Assinatura de Convênio com a Funai.

         - Início da concretagem do vertedouro.

1979 - Elaborado o Plano de Controle Ambiental.

Anos 80:

1980        - Primeiros contratos de fornecimento de energia.

1981        - Chegada dos primeiros equipamentos importados.

- Chegada de energia da Chest ao canteiro de obras.

1982        - O canteiro de obras mobiliza 30.200 pessoas.

1983        - Chegada das primeiras rodas de turbinas.

1984        - Início do enchimento do reservatório.

- Entrada em operação da 1ª turbina.

- Inauguração oficial com a operação da 2ª turbina.

1985        - Entrada em operação da 3ª, 4ª e 5ª turbinas.

- Operação Curupira resgata 282 mil animais.

1986        - Entrada em operação da 6ª turbina.

- Abastecimento do Sul do Pará.

1987        - Entrada em operação da 7ª e 8ª turbinas.

- Desativação do parque térmico de Belém.

1988        - Duplicação da Linha de Transmissão entre a UHE e Presidente Dutra (MA)

1989        - Entrada em operação da 9ª e 10ª turbinas.

Anos 90:

1991 - Entrada em operação da 11ª turbina.

1992 - Conclusão da 1ª etapa da Usina com operação da 12ª turbina.

1993 - Entrada em operação da Linha de Transmissão Imperatriz (MA)/Porto Franco (MA).

1994 - Início do abastecimento do nordeste do Pará.

1996 - Início das obras do Tramoeste.

1997 - Início da construção do Linhão Norte-Sul.

1998 - Início das obras civis da segunda etapa.

Anos 00:

2002 - Entrada em operação da 13ª unidade.

2003 - Entrada em operação da 14ª e 15ª turbinas.

2004 - Entrada em operação da 16ª e 17ª turbinas.

2005 - Entrada em operação das 18ª, 19ª e 20ª turbinas.

2006 - Entrada em operação das 21ª, 22ª e 23ª turbinas.

                Anos 10

2010 - Inauguração das Eclusas

 


VIDEOS RELACIONADOS A CONSTRUÇÃO DA UHE TUCURUÍ

CONSTRUÇÃO HIDRELÉTRICA TUCURUÍ PARTE 1

CONSTRUÇÃO HIDRELÉTRICA TUCURUÍ PARTE 2


 

O planejamento

Por volta de 1957, começaram os primeiros estudos para a construção de uma hidrelétrica e assim aproveitar o potencial do rio Tocantins. Esses estudos iniciais continuaram pela década de sessenta. Mas os trabalhos para a construção da hidrelétrica só foram intensificados na década seguinte.

Foi concebida segundo as estratégias estabelecidas pela política do Governo Federal para o desenvolvimento da região Norte, a partir da década de 60, em busca do crescimento econômico da região. Seu objetivo foi o de atender o mercado de energia elétrica polarizado por Belém e as elevadas cargas que seriam instaladas em decorrência da implantação de empreendimentos eletrointensivos, tendo como base o complexo alumínio-alumina. A linha de transmissão entre Presidente Dutra (Maranhão) e Boa Esperança (Piauí), promoveu a interligação com a região Nordeste.

A construção da Vila Permanente para abrigar os operários, engenheiros e demais funcionários da obra foi executada juntamente com um aeroporto moderno, um porto fluvial e um grande hospital para atender a todas as pessoas da região, funcionários da obra ou não.

As vilas da Eletronorte, verdadeiros condomínios fechados, são o primeiro mundo encravado na Amazônia com água e esgoto tratados, ruas pavimentadas, supermercados, escolas de diversos níveis, inclusive escolas técnicas, e creches.

Os estudos hidráulicos em modelos reduzidos foram realizados no Rio de Janeiro no Hidroesb, Laboratório de Hidráulica Saturnino de Brito.

O seu vertedor é o maior do mundo com sua vazão de projeto calculada para a enchente decamilenar de 110.000 m3/s, pode , no limite dar passagem à vazão de até 120.000 m3/s. Esta vazão só será igualada pelo vertedor da Usina de Três Gargantas na China. Tanto o projeto civil como a construção foram totalmente realizados por firmas brasileiras, o CONSÓRCIO PROJETISTA ENGEVIX-THEMAG e a COSTRUTORA CAMARGO CORREA, onde trabalharam alguns dos mais renomados engenheiros do Brasil , dentre os quais: André Balança, Flavio Lyra, Marco Siciliano, Jorge Rios, Milton Vargas.

Os estudos hidráulicos em modelos reduzidos foram realizados no Rio de Janeiro no HIDROESB, Laboratório de Hidráulica Saturnino de Brito, sob a Supervisão e Responsabilidade Técnica dos Engenheiros André Balança, Marco Siciliano, Roneí Carvalho e Jorge Rios. Alguns trabalhos técnicos importantes sobre esses estudos e sobre esse projeto foram publicados, por eles e por outros autores no ICOLD - Comitê Internacional de Grandes Barragens e ainda no CBGB - Comitê Brasileiro de Grandes Barragens.

Os estudos hidráulicos e o projeto das turbinas foram relizados na França pelo laboratório da NEYRTEC na cidade de Grenoble. Seis turbinas foram costruídas no Brasil e as outras seis na França.

Construção

Sua construção foi iniciada em 1976. A obra principal, sendo uma barragem de terra, quebrou todos os recordes mundiais de terraplenagem. Pode-se destacar ainda as obras da casa de força, do vertedouro (o maior do mundo), da eclusa e da grande linha de transmissão que interliga Tucuruí a Sobradinho no Nordeste do Brasil.

Finalizada a primeira etapa da construção da hidrelétrica, com 4.000 MW, em 1984 a desativação gradual das vilas temporárias propiciaram uma melhoria na infra-estrutura urbana de Tucuruí.

A Usina Hidrelétrica Tucuruí foi inaugurada em 1984 pelo presidente João Batista de Oliveira Figueiredo. Com os royalties da produção de energia elétrica e da área inundada pela barragem, Tucuruí só perde em arrecadação para a capital do Estado. Assim é que a cidade, a partir dos anos noventa, muda radicalmente a sua face. Passando a dispor de uma belíssima urbanização e a gozar de uma boa infra-estrutura governamental.

A construção da segunda etapa da usina elevará a capacidade final instalada para cerca de 8000 MW, em meados de 2006.

É importante ressaltar que a construção da barragem interrompeu o curso da Hidrovia Araguaia-Tocantins, um trecho vital para o escoamento da produção do Centro-Oeste do Brasil. O desnível deve ser vencido pelas Eclusas de Tucuruí cuja construção foi iniciada em 1981 e por falta de recursos encontra-se ainda incompleta. Acredita-se que com a inclusão da obra no PAC (PAC) sua conclusão se dê até 2010,criando uma alternativa para o transporte de produtos até o Porto de Vila do Conde.

Canteiro de obras

No canteiro de obras de Tucuruí, a tecnologia de construção de hidrelétricas trazida de outras regiões cedia espaço as pouco conhecidas características da Amazônia. A realidade concebida nas pranchetas transformava-se no dia-a-dia e nos alertas da natureza. Como o de abril de 1980, quando um evento hidrológico até então não imaginado elevou a vazão do Rio Tocantins a 68.400 m3/s, colocando em risco o trabalho de cinco anos.

Águas de março

Na memória de Tucuruí, esse episódio, contornado com dez dias de trabalho diuturno e a elevação em três metros da barragem da principal ensecadeira que protegia a construção da barragem, ficou conhecido como “águas de março” e motivou mudanças no projeto básico concluído em 1977. A vazão média de 51.000 m3/s, estimada para o rio, passou para 56.000 m3/s, e a capacidade de descarga do vertedouro, de 100 mil m3/s para 110 mil m3/s. A força do rio que emitia sinais de alerta também criou condições para que a engenharia redimensionasse a capacidade instalada da Usina. E Tucuruí, idealizada para uma capacidade instalada de 6 mil MW, deu lugar à casa de força de 8.370 MW agora concluída.

1969 - O Comitê Coordenador dos Estudos Energéticos da Amazônia – Eneram inicia os estudos para identificar o potencial energético da bacia hidrográfica da Amazônia.

1972 - Relatório final do Eneram destaca o aproveitamento do trecho do Rio Tocantins entre Tucuruí e Marabá.

1973 - Criação da Eletronorte (20 de junho).

1974 - A Eletronorte passa a coordenar estudos do inventário do Rio Tocantins. Relatório final aponta viabilidade da obra.

1975 - Início do desvio do Rio Tocantins.

1977 - Início oficial das obras civis.

1978 - Início das obras de interligação do sistema de transmissão N/NE. Convênio com a Funai define atuação da Eletronorte em áreas indígenas. Início da concretagem do vertedouro.

1979 - Elaborado Plano de Controle Ambiental.

1980 - Assinados os primeiros contratos de fornecimento de energia.
Fim da geração térmica a óleo diesel no oeste do Maranhão.

1981 - Chegada dos primeiros equipamentos importados.
Energia fornecida pela Chesf  abastece canteiro de obras.

1982 - Obra mobiliza 30.200 pessoas.

1983 - Chegada das primeiras rodas de turbina e transformadores.

1984 - Início do enchimento do reservatório. Entrada em operação da primeira turbina (9  de novembro). Inauguração oficial com a operação da segunda turbina.

1985 - Entrada em operação da terceira, quarta e quinta turbinas.
Conclusão da Operação Curupira, com o resgate de 282 mil animais.

1986 - Entrada em operação da sexta turbina. 
O sul do Pará começa a ser atendido.
Entra em operação do segundo circuito da LT Presidente Dutra-São Luís.

1987 - Entrada em operação da sétima e oitava turbinas.
Desativação do parque térmico de Belém.

1988 - Duplicada LT entre a Usina e a subestação Presidente Dutra (MA). Energizados transformadores das subestações Vila do Conde (PA), Marabá (PA), Imperatriz (MA) e Presidente Dutra (MA).

1989 - Entrada em operação da nona e décima turbinas.
 
1991 - Entrada em operação da 11ª turbina.

1992 - Conclusão da primeira fase com a operação da 12ª turbina (5 de novembro), totalizando   4.245 MW de potência instalada.

1993 - A energia de Tucuruí abastece o Tocantins com a operação da LT entre Imperatriz (MA) e Porto Franco (MA).

1994 - Inaugurada a LT Utinga-Santa Maria, que abastece o nordeste do Pará.

1996 - Início do Tramo Oeste, para atender ao oeste do Pará, e de LT para atender abastecer o Baixo Tocantins.

1997 - Início da construção do Linhão Norte-Sul.

1998 - Início das obras civis da segunda etapa.

2001 - Conclusão das obras de terraplenagem e início da montagem eletromecânica.

2002 - Aprovação do Plano de Inserção Regional (Pirtuc). Conclusão da barragem de terra.

2003 - Aprovação do Plano de Desenvolvimento Sustentável a Jusante – PDJUS.
Entrada em operação comercial da 13ª, 14ª e 15ª turbinas.

2004 -  Início da implantação do Mosaico de Unidades de Conservação e do Parque Estadual da Serra dos Martírios/Andorinhas.
Aprovado convênio do Projeto de Ordenamento Territorial da Região a Jusante da Usina Hidrelétrica Tucuruí.

2005 - Entrada em operação da 18ª, 19ª e 20ª turbinas.

2006 - Entrada em operação da 21ª, 22ª e 23ª turbinas.  

 

 

 

Etapas da construção e Curiosidades da construção

Geração - Desde a entrada em operação comercial, em 1984, até 31 de maio de 2006, a Usina Hidrelétrica Tucuruí gerou 445.581 GWh de energia.

Cimento – O cimento utilizado na construção da obra corresponde a 21.600.400 sacos. Se fossem empilhados, alcançariam uma altura superior ao Monte Everest ( 8.850 m ), ponto mais alto da Terra. Lado a lado, no sentido de maior dimensão, alcançariam uma distância equivalente a 25 vezes entre as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Aço - As cerca de 222 mil toneladas de aço usadas na construção de Tucuruí seriam suficientes para construir 27 torres Eiffel (7.700 t). Emendadas em barras de 12 m e bitola de 25 mm , teriam comprimento equivalente a 1,4 vez a circunferência do Equador, ou a três vezes a distância aérea entre as cidades do Rio de Janeiro e Tóquio.

Aterros - O volume total dos aterros executados na obra, da ordem de 59.400.000 m³ , daria para preencher 21,6 maracanãs ( 2.750.000 m³ ).

Concreto - O volume de concreto utilizado, da ordem de 8.000.000 de m³, daria para construir 14 pontes Rio-Niterói, ou 133 maracanãs.
Transmissão - Na implantação da primeira etapa do sistema de transmissão de Tucuruí foram erguidas 1.941 torres e lançados cerca de 9.700 quilômetros de cabos. O peso das torres totalizou 12.744.000 quilos, o equivalente a 15 mil fuscas.

                                                                                  FONTE: PUBLICAÇÕES ELETRONORTE, SITE WIKIPEDIA 


 

  

  

  

  

  

  

  

  

 

     

                APOIO: ANTONIO ALBERTO Q. CASTRO (BETO)                                                                                                                                                                                   23/10/2011 07:52:28