VIAGENS E IMAGENS 

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DICAS DE VIAGEM

 

 Verifique nos sites de turismo de cada cidade a data certa para fotografar aquela festa popular, alguma comemoração, um festival.

Consultar a previsão do tempo

Para você que vai viajar em grupo ou de excursão. Nesse caso procure conhecer passo a passo do roteiro para saber exatamente as horas que vai ter mais liberdade. Assim fica possível fugir daquele amontoado de gente para conhecer e fotografar pontos de seu interesse.

Fotografe antes do café da manhã. a luz é ótima bem no começo da manhã e número de pessoas é muito menor do que nos horários “normais”.

Muitas cidades tem torres, pontes ou montanhas que possibilitam fotografar do alto e de forma panorâmica.

 Mercado de rua, mercado das flores, mercado flutuante, etc… Mercados em geral são ótimos para fotografar. Tudo o que envolve é interessante, as pessoas que vão às compras, os vendedores e as mercadorias.

Comida é outro assunto interessante, preste atenção nos pratos típicos/diferentes e no ambiente dos restaurantes que você visita e mande bala

Não deixe uma bateria ou cartão de memória acabar com seu dia de viagem – leve mais de uma bateria e mais cartões de memória. Os cartões estão cada vez mais baratos.

Faça uma lista do que deseja fotografar Não é preciso ser muito rígido nesse ponto, mas é interessante que você tenha uma lista dos principais pontos que você deseja fotografar durante cada dia da viagem, para que na hora de sair de casa, ou do hotel, você não perca tempo escolhendo para onde ir.

Você está viajando para se divertir e não precisa se cobrar excessivamente por fotografias perfeitas e por cumprir a sua agenda completamente e sem mudanças. Seja flexível se for necessário, inclusive planeje essa flexibilidade. Faça planos B para caso ocorra algum problema e o itinerário precise ser mudado.

Faça uma pesquisa antes, procure na internet fotos bonitas tiradas no local da viagem pra se inspirar; observe os ângulos, o enquadramento da cena, tudo. Descubra por alto onde são os pontos turísticos e como chegar lá.

Planeje tudo, liste todos os lugares que deseja conhecer e divida entre os dias que a viagem vai durar. Assim não haverá correria nem indecisão, o que só iria trazer perca de um tempo que deveria ser bem aproveitado.

Seja precavido, não preciso nem dizer pra carregar as baterias da câmera na véspera né? Além disso, leve uma segunda também carregada de reserva pra eventuais “surtos fotográficos” onde são tantas fotos que a carga acaba num passe de mágica.

Você vai de quê?. No caminho do destino, aproveite pra fotografar a estrada e o próprio meio de transporte que você está usando: carro, avião, navio ou triciclo. Os resultados são sempre bem legais.

Relembre um pouco de técnica: enquanto não chega, vá relembrando o que você já leu em blogs, livros, etc sobre técnica fotográfica: iluminação, flash, abertura, velocidade, esse tipo de coisa.

6) Tenha paciência: você precisa ter ciência de que é um lugar quase sempre inexplorado; você nunca tinha ido ali antes, as primeiras fotos não vão ser capa da revista National Geographic fácil assim. É preciso um pouco de paciência pra se adaptar, então nesse caso você precisa mesmo é experimentar e ver o que fica bom ou não até conseguir bons resultados.

7) Teste ângulos: essa é simples e fácil: tente fotografar a cena de ângulos inusitados, o que poucos arriscam. As fotos podem ou não sair bem mais interessantes, na dúvida fique com o tradicional também.

Antes da Viagem:

  • Planear a viagem de forma a conhecer o melhor possível os locais com mais potencial fotográfico. Com a ajuda da internet e do inevitável Google Earth, quase que é possível conhecer um local sem nunca lá ter estado antes;
  • Analisar no Google Earth, qual a orientação do sol no nascer e pôr-do-sol;
  • Ter planos sensatos durante a viagem e não querer visitar e conhecer tudo, diminui e muito a probabilidade de se vir a obter boas imagens;

Durante a Viagem:

  • Não procurar fazer imagens apenas artísticas. Fazer também imagens documentais, permitindo assim ter um conjunto final de imagens bastante diversificado;
  • Procurar locais pouco fotografados e não ter medo de inovar, por vezes conseguem-se boas surpresas;
  • Levantar cedo e fotografar o nascer-do-sol, nunca se sabe o que realmente pode acontecer, desde que se tenha um plano prévio daquilo que se irá fotografar.
  • Consoante o local, ter um plano diário de locais para fotografar o pôr-do-sol;
  • Se necessário, contratar um guia / tradutor uma vez que facilita a descoberta de sítios mais recônditos e facilita também a comunicação com os locais;
  • Se possível, passar vários dias na mesma área, para melhor perceber como funciona a luz no nascer e no pôr-do-sol. Permite ainda corrigir eventuais erros que surjam numa 1ª tentativa;
  • Ter sempre presente que mais vale uma boa imagem de um determinado local, do que várias imagens razoáveis;
  • Não ter receio de abordar os nativos no sentido de os fotografar;

 

- See more at: http://www.fotografia-dg.com/dicas-fotografia-viagem/#sthash.yjXaTAvU.dpuf

Antes da Viagem:

  • Planear a viagem de forma a conhecer o melhor possível os locais com mais potencial fotográfico. Com a ajuda da internet e do inevitável Google Earth, quase que é possível conhecer um local sem nunca lá ter estado antes;
  • Analisar no Google Earth, qual a orientação do sol no nascer e pôr-do-sol;
  • Ter planos sensatos durante a viagem e não querer visitar e conhecer tudo, diminui e muito a probabilidade de se vir a obter boas imagens;

Durante a Viagem:

  • Não procurar fazer imagens apenas artísticas. Fazer também imagens documentais, permitindo assim ter um conjunto final de imagens bastante diversificado;
  • Procurar locais pouco fotografados e não ter medo de inovar, por vezes conseguem-se boas surpresas;
  • Levantar cedo e fotografar o nascer-do-sol, nunca se sabe o que realmente pode acontecer, desde que se tenha um plano prévio daquilo que se irá fotografar.
  • Consoante o local, ter um plano diário de locais para fotografar o pôr-do-sol;
  • Se necessário, contratar um guia / tradutor uma vez que facilita a descoberta de sítios mais recônditos e facilita também a comunicação com os locais;
  • Se possível, passar vários dias na mesma área, para melhor perceber como funciona a luz no nascer e no pôr-do-sol. Permite ainda corrigir eventuais erros que surjam numa 1ª tentativa;
  • Ter sempre presente que mais vale uma boa imagem de um determinado local, do que várias imagens razoáveis;
  • Não ter receio de abordar os nativos no sentido de os fotografar;

 

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Ter sempre presente que mais vale uma boa imagem de um determinado local, do que várias imagens razoáveis; - See more at: http://www.fotografia-dg.com/dicas-fotografia-viagem/#sthash.yjXaTAvU.dpuf
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Relembre um pouco de técnica: enquanto não chega, vá relembrando o que você já leu em blogs, livros, etc sobre técnica fotográfica: iluminação, flash, abertura, velocidade, esse tipo de coisa.

Tenha paciência: você precisa ter ciência de que é um lugar quase sempre inexplorado; você nunca tinha ido ali antes, as primeiras fotos não vão ser capa da revista National Geographic fácil assim. É preciso um pouco de paciência pra se adaptar, então nesse caso você precisa mesmo é experimentar e ver o que fica bom ou não até conseguir bons resultados.

Teste ângulos: essa é simples e fácil: tente fotografar a cena de ângulos inusitados, o que poucos arriscam. As fotos podem ou não sair bem mais interessantes, na dúvida fique com o tradicional também.

Arquitetura e mercados: seja clássica, moderna, barroca, futurista, arquitetura é sempre interessante, então não esqueça de fotografar prédios e casas que lhe chamem a atenção. Lojas, mercados, feiras e até mesmo seu prato no restaurante também são pautas legais, tá vendo que é pra ter fotos de tudo mesmo, né?

 Viagem é pra se divertir, brincar, usar aquela roupa que não usaria na sua cidade do interior nem morto(a). Apareça nas fotos rindo, tire algumas brincando de editorial pra Vogue, algumas sérias… O que não pode é tirar uma foto rápida ali e tchau, quase sempre é momento perdido, foto ruim e decepção.

Posicione a câmera, levando em consideração a melhor posição diante de qualquer luz. Lembre-se que o sol pode ou não ficar fora do visor, dependendo do efeito que você desejar.

Observe, além do objeto a ser fotografado, se o que está ao redor vale a pena sair na foto. Cuidado com máquinas que têm o recurso auto-foco, que centraliza a foto automaticamente.

 Enquadre a foto dentro da linha tracejada que se vê no visor.

Segure firme a máquina (se puder apoiá-la em algum lugar, melhor).

A luz deve iluminar o que você quer fotografar. Se não puder mudar a posição, use o flash.

Evite usar flash automático quando tem a luz no sentido contrário.

Para fotografar à noite, leve em consideração a distância que o flash da máquina agüenta e deixe a velocidade da máquina lenta.

Se a máquina tiver o dispositivo contra olhos vermelhos, utilize-o. Ele aciona uma luz parecida com o flash.

Mantenha uma distância mínima de 1,5 metro do que você quer fotografar e evite inclinar a máquina para fotografar algo que não esteja na mesma altura que você. Prefira se agachar ou subir em algo.

Se você tem tripé, use-o sempre que possível.


Nem sempre é necessário colocar o objeto da imagem no centro da foto. É interessante "brincar" com os demais objetos que aparecem ao redor da imagem.

Evite usar o zoom à noite.

Repare de onde vem a luz do sol e dê as costas para ela. Assim seus alvos serão iluminados.

Imagine o visor dividido em três partes iguais, na horizontal. Então, enquadre a linha do horizonte no terço inferior. Assim, a imagem ganha amplitude. E preste atenção ao fundo, procurando limpá-lo. Por exemplo, ao fotografar uma pessoa com uma árvore atrás, cuide para que os galhos não pareçam chifres.

O melhor horário  é até às 10 da manhã e depois das 3 da tarde, quando a luz está lateral e suave - e não clara e "dura".

À noite, verifique a distância que seu flash agüenta e respeite-a, fotografando apenas o que está dentro desse limite. Não adianta nada usar flash para fotografar paisagens.

 

 

Todas as fotos deste site  são de autoria de Antonio Alberto Q. Castro (Cidade de Tucuruí).